terça-feira, abril 09, 2013

Mais austeridade, NÃO!

Bem podem os membros do "governo" de Passos, Gaspar e Portas andar de bandeirinha portuguesa na lapela que não é essa vergonhosa ostentação que faz daquela cambada o governo de Portugal e, muito menos, dos portugueses.
Na realidade, não passam de coveiros que enterram cada vez mais o país numa espiral recessiva e numa dívida crescente; de salteadores sem escrúpulos que empobrecem a esmagadora maioria dos portugueses e infernizam a sua vida com doses maciças de austeridade. "Governo", só do capital, do qual, os grupos económico-financeiros, os bancos e os especuladores contam com a maior benevolência. "Governo", só da troika, sempre disponível para cumprir cegamente as suas exigências e ir até mais longe do que o que lhe é exigido.
É este suposto governo, que não não tem qualquer respeito pela Lei fundamental do país nem pela independência e competência dos Tribunais que, mais uma vez, quer hipotecar os interesses de Portugal e dos portugueses, preparando-se para ceder miseravelmente à chantagem dos credores — Alemanha,  Comissão Europeia, FMI — que exigem a aplicação de mais uma dose letal de austeridade, a qual irá agravar ainda mais a trágica situação do nosso país. É o que garante Paul Krugman, Prémio Nobel da Economia, que aconselha os portugueses a dizerem NÃO a novas medidas de austeridade.


Com este governo antidemocrático, apoiado por uma maioria parlamentar e pelo Presidente da República, temos pela frente a "tempestade perfeita". Mas não podemos desistir. Não queremos naufragar.
António Arnaut, o "pai do SNS", apela à revolta cívica e democrática. É isso que devemos fazer. Mais austeridade, NÃO!

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